12)
Pela unidade realizada, geram em seu meio, como Maria, a presença de Jesus, segundo a sua promessa: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles” (Mt 18,20), ponto de partida, realidade sempre presente em seu caminho e, de modo especial, ponto de chegada de sua espiritualidade.
11)
Confiam-se de modo especial ao Espírito Santo, Espírito de unidade, seu protetor, Alma da Igreja, divina Atmosfera na qual desejam viver(4); esforçam-se por escutar sempre a sua voz interior, a fim de viverem de modo a receber a plenitude de seus dons e poderem edificar e desenvolver a Obra de acordo com os seus planos.
4- “É nela, com efeito, que temos a vida, o movimento e o ser”(At 17,28).
10)
Mediante o amor mútuo sempre renovado, procuram viver o mais perfeitamente possível a realidade do Corpo Místico, sendo em toda parte Igreja-comunhão e mantendo a mais profunda, filial e fervorosa unidade com o papa e com os bispos, sucessores dos Apóstolos.
09)
Maria, mãe da unidade que, na sua desolação, vive o seu abandono devido à perda de tudo, até mesmo do Filho, ensina-lhes como perder tudo e todos, a fim de cooperarem para a unidade dos homens com Deus e entre si.
08)
Se incorrerem em alguma desunião, ou divisão, ou separação, entre si ou com outros, para recomporem a unidade encontram a solução em Jesus crucificado e abandonado, que grita: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Mc 15,34; Mt 27,46). Mas que supera sua imensa dor abandonando-se novamente ao Pai: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”(Lc 23,46).
07)
Encontram, assim, na caridade recíproca e na Eucarística, as condições para obter o dom da unidade pedida por Jesus ao Pai em seu testamento: “Que todos sejam um. Como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que eles estejam em nós”(cf. Jo 17,21).